sábado, 8 de maio de 2010

HOMEM DE FERRO 2 - Crítica

Quando se vai ao cinema para ver a continuação de um filme médio, espera-se que os produtores tenham enxergado os erros que cometeram no original, os corrijam e consequentemente se superem na sequencia. Assim aconteceu com filmes bastantes conhecidos, como as duas franquias de Batman, tanto a dos anos 90 sob a direção de Tim Burton - onde vimos um bom "Batman", mas um impagável "Batman - O Retorno" - quanto a atual, no comando de Christopher Nolan - onde temos um "Batman Begins" completamente diferente do que se esperava desde a pavorosa direção de Joel Schumacher nos últimos dois filmes da franquia antiga, e logo em seguida nos deparamos com o perfeito "Batman - O Cavaleiro das Trevas". Então, fui bastante motivado assistir "Homem de Ferro 2" no cinema, esperando ver uma projeção muitíssimo mais envolvente do que a sua antecessora. Para minha surpresa, ao sair da sala do cinema eu saí tão desapontado, que não encontrei nenhum elemento que tenha feito valer a pena ter saído do conforto do meu lar, para ter ido ver um filme tão horrível quanto este. A prova disso é que pela primeira vez em toda minha vida, eu consegui dormir nos minutos iniciais de um filme no cinema.

O filme é completamente mal explicado. Muitas das ocorrências ficam sem justificativa aparente, como por exemplo, na cena em que James Rhodes - cuja atuação de Don Cheadle foi na minha opinião, bastante parecida com a de Terence Howard em "Homem de Ferro" - resolve subitamente invadir o laboratório de Tony Stark e roubar um protótipo de armadura visto na primeira parte, objetivando unicamente censurar as atitudes do amigo em uma festa, na qual o protagonista estava totalmente fora de seu juízo perfeito - ainda que seja estranho considerar que Stark tenha algum - gerando no fim das contas uma cena de ação forçada, na tentativa de entreter o público com os chamativos efeitos especiais.

Outro fator que me incomodou muito durante a sessão foi decisão do diretor Jon Fraveau pela utilização frenética de barulhos mecânicos. A cada milímetro que uma armadura se mexe ouvimos um som cibernético exageradamente alto. Ainda que fosse necessário incluí-los no filme, não precisava ser de forma tão frequente e barulhenta como podemos perceber. Chega a ser, de fato, irritante.

Há ainda ocorrências que fogem completamente da realidade - ainda que baixemos nossa tolerância para verossimilihança por se tratar de um filme de super-herói onde a ficção predomina - como na primeira cena de ação do filme, no autódromo de Mônaco, onde Pepper Potts consegue carregar, na forma de uma maleta comum, uma armadura constituída basicamente de titânio. E o pior: ela consegue lançá-la ao alto, para que chegue nas mãos de Tony Stark, com uma facilidade impressionante.

Apesar de todos esses erros e de outros, o elenco bem que tenta levar o filme nas costas. Robert Downey Jr., protagonista, compõe o seu personagem de forma magnífica, com o talento que lhe é peculiar, como podemos confirmar desde seu primeiro trabalho em "Chaplin" em meados da década de 1990. Downey Jr. é com certeza um dos mais talentosos atores da atualidade em Hollywood, mas que é passível de ser prejudicado por uma produção tão ridícula quanto esta. Com certeza, um desperdício. Outra atuação que merece destaque é a de Mickey Rourke, no papel de Chicote Negro - ou Wiplash, no nome original. Talvez a escolha por outro ator que não fosse este, poderia tornar o filme uma porcaria maior do que já é. Rourke encarna um homem cujos transtornos psicológicos são evidentes em sua fisionomia. Ainda assim, seu personagem consegue ser tão inativo, quanto Venom em "Homem Aranha 3" resultando em outro desperdício. Don Cheadle e Gwenneth Paltrow não comprometem, mas estão longe de serem merecedores de elogios. Atuações completamente comuns, bastante semelhantes às de Brandon Routh em "Superman Returns" como o protagonista, ou de Sam Worthington em "Avatar", na mesma condição. Entretanto, não há interpretação mais ridícula do que a de Samuel L. Jackson no papel de Nick Fury, porque foge completamente da composição original desse personagem, quando vemos um homem carrancudo e sempre muito sério. Neste filme, porém vemos um homem sagaz e todo extrovertido que ao que parece, tem como esporte tirar sarro de Tony Stark. Até a Viúva Negra, vivida pela escultural Scarlett Johanson se assemelha mais ao Nick Fury original, do que Samuel L. Jackson neste que é um de seus piores trabalhos.

Talvez haja alguns acertos por parte da produção, como por exemplo a decisão por cenas de luta feitas sem a utilização massiva dos recursos técnológicos das armaduras, levando os lutadores a se enfrentarem manualmente. Ou então as muitas referências feitas a outros super-heróis da Marvel, já que podemos ver na projeção o escudo do Capitão América, ou o martelo do Thor. Mas nem esses elementos são capazes de fazer valer a pena o dinheiro do ingresso de qualquer espectador.

Para todo aquele que for ao cinema ansioso por ver um "Homem de Ferro 2" empolgante e com muito mais ação, ou conteúdo do que o primeiro, eu sugiro que reduza ao máximo esta espectativa. Desde que foi lançado em 2008, "Homem de Ferro" surgiu para mim como mais uma tentativa barata de tentar ganhar dinheiro com o nome da Marvel através de uma reputação que foi construída por filmes brilhantes, como "Homem Aranha", "Homem Aranha 2" e "X-Men", e assim sendo, não representou pra mim nada além do que um filme comum. Porém, depois desta penosa experiência da qual fui submetido recentemente, o primeiro filme desta franquia vira um blockbuster de primeira categoria. Total desperdício de tempo, dinheiro e paixão pelos filmes baseados em super-heróis, cuja fonte de qualidade parece estar se esgotando.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

LIBERTADORES - O Timão está fora!

2010.

O ano em que o sonho se transformaria em realidade. Cem anos de uma gloriosa existência, que não era perfeita unicamente por um detalhe ausente. Uma estrela que falta na constelação alvi-negra. O brilho que o torcedor fiel ainda não viu.
2010 seria o ano em que a lacuna no coração do corintiano se preencheria. Seria um marco, uma demonstração de planejamento e organização. Era a hora do Corinthians inaugurar uma nova estante na sua sala de troféus. Era hora de que quebrar o tabu e faturar de uma vez a tão ambicionada Libertadores da América!

Foi uma primeira fase impecável. Foram seis jogos, cinco vitórias e um empate. O melhor primeiro colocado do torneio. Isso lhe deu o privilégio de jogar com o pior segundo colocado da competição, que viria a ser o algoz de uma nova tragédia: o baleado Flamengo.

O espetáculo, então estava armado! Os dois clubes donos das duas maiores torcidas do Brasil iriam se confrontar em duas das mais importantes partidas da história dos dois times. E assim aconteceu.

Primeiro jogo. Maracanã. A chuva tomou conta do Rio de Janeiro e do jogo. Assim sendo, impossibilitou o brilho individual das duas equipes. Ronaldo: Péssimo! Adriano: Terrível! Ambos não se encontraram e pouco contribuiram para seus times! Ainda sim, o time da Gávea se sobressaiu porque conseguiu marcar um gol de pênalti pelos pés do Imperador. Uma glória que não lhe era merecida. E desde aquele jogo, já vinha se destacando o pivô da desgraça corinthiana. Vágner Love já deu dor de cabeça para William e Chicão naquela ocasião. Mas enfim, o jogo terminou assim: 1 a 0 para os donos da casa.

Segundo jogo. Pacaembu. A noite estava perfeita. A desclassificação do vergonhoso Palmeiras na Copa do Brasil, minutos antes do começo do jogo, era um tempero especial que abrilhantaria a eventual classificação corintiana. Tudo estava pronto para a explosão da alegria preta e branca. E logo no começo o Corinthians abriu o placar com um gol contra de David. Os corações estavam mais leves. Mas ainda faltava algo. Aquele gol e somente aquele os levaria para um destino ainda muito angustiante: a decisão nos pênaltis. Era preciso mais! Era preciso que Ronaldo aparecesse! E ele apareceu! Cruzamento perfeito de Dentinho e cabeçada certeira do Fenômeno! Gol do Corinthians! A classificação estaria selada! Transbordava a alegria. O Pacaembu estava brilhante! Entretanto o Timão esqueceu de jogar bola a partir daí. Eis que Vágner Love penetra na área depois de uma grande triangulação iniciada por Juan e Kléberson e coloca entre as pernas do goleiro Felipe, que retornava de lesão.

Angústia. Desespero. Aflição. O êxtase corintiano transformou-se em ansiedade. A equipe tentou. A torcida apoiou. Mas Mano Menezes errou! E errou feio quando optou por sacar Jorge Henrique e Elias do time e ainda promover a estreia do assustado Paulinho. Aí, o Corinthians perdeu-se em campo. Passes errados e tentativas frustadas iam eliminando aos poucos o fôlego do torcedor que cantava sem parar. Até que o pior som que podia surgir no meio daquela batalha dissipou a fé alvi-negra. O som do apito inidicando o fim do jogo decretava que o Corinthians estava fora da Libertadores de 2o1o!!

Lágrimas. Dor. Desespero. Decepção. Sentimento semelhante ao ano do rebaixamento do Corinthians, a três anos atrás.

E no final das contas, um planejamento iniciado no final de 2007, investimentos pesados em jogadores e uma expectativa implantada no inocente torcedor fiel cairam por terra. Encerra-se a esperança. Uma centena de anos sem o que mais se desejava. Cessa a ansiedade. Terminou mais uma vez a Libertadores para o Corinthians.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

PODCAST - Novidade na área!

Queridos amigos, hoje nós temos uma novidade no nosso blog! Abaixo vocês conferem o nosso primeiro podcast - que se refere às estreias do cinema em 2010. Espero que vocês gostem.

Meu plano é postar um por semana, para fugir um pouco do nosso padrão, e tornar os momentos de entretenimento de vocês um pouco mais dinâmico. Abraço a todos!




MAS O QUE É PODCAST?

Podcast é registro auditivo, do qual o autor se utiliza para externar a sua opinião sobre determinado assunto, ou falar sobre qualque coisa que lhe agrade. No caso do nosso blog, é uma postagem como outra qualquer, mas que é ouvida e não lida.

PODCAST - Estreias do Cinema em 2010



sexta-feira, 16 de abril de 2010

PENSAMENTO - Influenciador?

Recentemente, li um livro muito interessante, de nome "O Símbolo Perdido", do inteligentíssimo Dan Brown, autor de obras-primas da literatura contemporânea, como "O Código da Vinci", "Anjos e Demônios", entre outros de menos expressão no cenário literário. Entretanto, o livro não é só interessante pelo bem elaborado enredo, mas é atraente também por trazer uma personagem que estuda uma ciência pouco conhecida pelas pessoas em geral: a Ciência Noética.

A Ciência Noética trata, entre outros assuntos, sobre a influência que o pensamento humano tem sobre as nossas vidas, decretando inclusive que todo e qualquer pensamento possui uma matéria mensurável, teoria essa provada por experiências realizadas em laboratórios científicos. É citado na obra, como exemplo, os atentados de 11 de Setembro contra os Estados Unidos, fato que chocou o mundo e que momentaneamente fez com que a grande maioria da população mundial voltasse a sua atenção para os norte-americanos. Pois bem, é atestado no livro, que equipamentos extremamente sensíveis a qualquer mudança de peso no ambiente em que o aparelho se encontra, foram alterados significativamente. Coincidência? A conclusão é de cada um...

Além de "O Símbolo Perdido", temos outro livro digno de muito sucesso - que lamento não ter tido a oportunidade de ler - e dono de um dos maiores números de venda das livrarias: "O Segredo" traz uma proposta original aos olhos do povo, já que este foi lançado antes do livro de Dan Brown. A essência do livro afirma que a concentração em determinada coisa que se quer, leva o indivíduo à conquista desse desejo. E, este também, baseia a sua teoria em experiências bem-sucedidas.

Muito bem. Está lançado propósito deste texto. Saindo de âmbitos mais abrangentes, como esses livros, onde muita gente pode ter acesso, decidi pesquisar sobre esse tema, com pessoas próximas de mim. Muitas afirmam que a teoria dos dois livros são verdadeiras. Porém, muitos dizem que tudo não passa de propósitos fajutos, que se travestiram de profundos, apenas para esconder a verdadeira identidade de "produto a ser vendido".

Decidi então, restringir ainda mais a minha busca, experimentando esta teoria comigo mesmo. Comecei por experiências simplórias, mas que caso apresentassem um resultado condizente com a ideia de "pensamento influenciador", ficaria evidente, pelo menos, que esse tema merece a nossa atenção. E devo dizer-lhes, que essas experiências deram certo. Não apenas eu me concentrei, mas pedi a concentração de meus dois irmãos em um evento em potencial, que poderia vir a acontecer. E aconteceu.

A simples atitude de basear as esperanças na própria fé é, com certeza, alvo de muitas críticas, porque abandona a fé religiosa e passa atribuir o poder de mudança dos fatos a nós mesmos, seres humanos normais com virtudes e defeitos. Mas não se pode esquecer também, que tal teoria é extremamente útil se analisarmos o fato sob o aspecto de que nós, e somente nós, temos o poder de criarmos as nossas oportunidades.

Na minha opinião, seria no mínimo hipocrisia esquecermos que existe um ser superior que está sempre olhando por todos nós, que é Deus, e nos proclamarmos auto-suficientes. Sem Deus, caros amigos, não somos absolutamente nada. (Esta constatação está baseada nas minhas ideias e nas minhas crenças, não representando obrigatoriamente as crenças de quem as lê.) Portanto, jamais devemos substituir a nossa religião, ou qualquer coisa que acreditemos nesse sentido, pela sensação de poder de controle absoluto de nossas vidas.

Entretanto, não podemos deixar de lado o fato de que em determinadas situações podemos sim alcançar a solução desejada, se nos concentrarmos e realmente quisermos resolvê-las. Está aí uma oportunidade de exercermos o nosso livre arbítrio.

Atualmente estou testando essa teoria em algo de maior importância, e se der certo, lhes informarei por intermédio do blog. Gostaria também de sugerir isso aos leitores. Tentem, testem... e acima de tudo: acreditem! O seu maior desejo pode estar mais perto de você do que você pensa!

CHICO XAVIER (FILME) - Crítica

No último domingo, dia 11 de março de 2010, eu tive o prazer de me reunir com alguns amigos da casa espírita que eu frequento, para assistir a um filme que tinha inicialmente uma responsabilidade enorme: Contar e explicar - e talvez essa explicação fosse o maior problema que o diretor Daniel Filho fosse enfrentar - a história de uma das maiores personalidades religiosas contemporâneas: Chico Xavier.

A projeção já começa interessante, porque o título se mostra atrativo. O nome do filme (Chico Xavier) vai se formando ao som do rabisque de um lápis, fazendo alusão a uma característica marcante do grande Chico: a psicografia.

O filme começa retratando um programa muito famoso do qual Chico Xavier participava no passado, chamado "Pinga-Fogo", que vai se desenrolando simultaneamente com a história da vida do personagem. A projeção mostra três fases da vida do protagonista, começando pela infância, interpretada pelo promissor Matheus Rocha, que emprega ao seu personagem a inocência e a coragem devida, apoiando-se muitas vezes em outras atuações magníficas, como as de Letícia Sabatela - que interpreta a mãe falecida de Chico -; Giovana Antonelli - que vive a madrastra -, essa apresentando talvez um de seus mais brilhantes trabalhos, porque aplica uma veracidade incontestável ao seu papel; Pedro Paulo Rangel - intérprete do padre da igreja da qual Chico frequentava -, que embora jamais mude o seu estilo, independente de seu personagem, nos emociona com o verdadeiro sentimento que mostra pelo pequeno protagonista.

Logo depois de uma infânica problemática e cheia de desconfiança por parte de quem não acredita que Chico possa ver espíritos já desencarnados, chegamos à fase adulta do personagem. Esta merece destaque especial pela brilhante e insuperável interpretação de Ângelo Antônio, ator que passou a ter o meu respeito e minha admiração. Em muitas ocasiões, apesar de não ser o maior conhecedor da história do personagem principal, o público tem a real sensação de estar vendo um Chico Xavier jovial, mas em toda a sua essência na tela do cinema. Uma atuação realmente incontestável. É nessa fase inclusive, que Chico "conhece" o seu mentor e grande amigo, Emmanuel, vivido por André Dias - uma das atuações mais fracas do filme, apesar de ter sido fiel ao seu personagem, segundos relatos conhecidos.

Posteriormente, chegamos a velhice de Chico Xavier, interpretada por Nelson Xavier - que na minha opinião, não poderiam ter escolhido um ator melhor e mais parecido fisicamente com o Chico verdadeiro. Uma atuação sensata, verdadeira e engraçada. Mais uma vez, um belo trabalho de um grande ator.

O filme conta com todo o tipo de gênero, agradando muitos gostos. Temos comédia (como na cena em que Chico está dentro de um avião passando por uma intensa turbulência e ao externar todo o medo que está sentindo, Emmanuel lhe aplica duros sermões), suspense (como na cena em que Chico psicografa pela primeira vez), e até mesmo certa ação (quando, por exemplo, o irmão de Chico está prestes a desencarnar). Além disso, Daniel Filho e sua equipe dão ao filme uma qualidade tão grandiosa, que tive a nítida impressão de estar contemplando uma das mais bem trabalhadas obras de Hollywood, demonstrando uma imensa evolução do cinema brasileiro.
O mais impressionante, entretanto, é a sensibilidade que o diretor consegue passar, porque era esse mais um grande desafio: contar e explicar, mas acima de tudo de uma forma que não soasse agressiva a outras religiões, e muito menos fanática ao espiritismo. Muito pelo contrário, o filme prende a atenção até mesmo de quem se diz sem religião alguma, talvez porque Chico era ao mesmo tempo um ser tão próximo de nós (porque aparentemente era um ser humano como qualquer outro) mas também muito distante (haja visto na própria projeção, a evolução que lhe era peculiar, pelo fato de jamais se abater, seja lá qual fosse o obstáculo que se colocasse em sua sofrida vida).
Voltando a falar de atuações, Tony Ramos e Cristiane Torloni são, nesta obra, menos expressivos do que imaginei que seriam, mas ainda assim conseguem emocionar o público com uma das últimas cenas do filme.
Enfim, vale a pena assistir a este grande feito do cinema brasileiro, que começa a se projetar dentre as grandes potências cinematográficas do mundo, porque já chocou a todos com ótimos filmes como o antigo "Central do Brasil", ou os mais atuais "Meu Nome não é Johnny", "O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias" ou o estrondoso "Tropa de Elite", e agora com o excelente "Chico Xavier", que já bateu recordes em sua estréia. Apesar de ser impossível reproduzir tudo o que foi Chico Xavier em apenas um filme, vemos aqui uma obra extremamente fiel e atraente ao que foi um dos homens mais iluminados do nosso planeta, sendo inclusive um exemplo de vida para todos nós.


OBS 1.: Gostaria de parabenizar a iniciativa do diretor de citar grandes personalidades do espiritimo no filme, como Divaldo Franco e José Arigó

OBS 2.: Em setembro, outra grande obra espírita que será adaptada para o cinema promete arrebentar em questões de público e qualidade. Esteticamente falando, o trailer de "Nosso Lar" é perfeito e promete ser uma das mais bem acabadas obras do cinema mundial. Estarei esperando ansiosamente.

OBS 3.: Nos créditos finais do filme, temos algumas cenas reais do programa "Pinga-Fogo", que também é retratadona obra. O magnetismo de Chico Xavier é tão grandioso, que logo depois que se encerram as cenas, todo o público que estava comigo na sessão do cinema saiu calado, porque, segundo eu presumi, estavam todos atingidos por uma intensa emoção.

terça-feira, 13 de abril de 2010

SURPRESA - Vem a luz...

Caros leitores. Assim como vocês podem notar, na postagem anterior, eu lhes dei a notícia de que em breve nós teríamos uma agradável surpresa.
Pois bem, é com muito orgulho que eu digo que o blog "Coluna 19" (www.coluna19.blogspot.com) está aberto.
Posso com certeza lhes adiantar, que o conteúdo lá encontrado é de primeira qualidade. Com textos muito bem escritos, o redator, Fernando Molina - que, caso tenham notado a coincidência de nossos sobrenomes, é meu irmão - possui uma visão inovadora sobre os assuntos que nos rondam no dia-a-dia. Cada postagem lá publicada, causará aos leitores uma reação diferente, assim como o nome já causa. Quer o porquê do nome "Coluna 19"? É só acessar o blog, que vocês vão descobrir.
Com um vasto vocabulário, e um repleto conhecimento cotidiano, tenho certeza que esse blog lhes proporcionará sempre uma experiência inovadora. Não deixem de acompanhar os textos lá publicados. Com certeza, serão extremamente interessantes!

AUSÊNCIA - Justificativa

Caros amigos que acompanham as postagens deste blog, me desculpem por estar a tanto tempo sumido sem escrever nada. Na verdade não tenho tido muito tempo, porque começaram as provas do colégio. O tempo então, é gasto pra estudar. E o pior é que as vezes esse tempo não é recompensado...
Mas, espero voltar a escrever com mais frequência sobre futebol, filmes e tudo o que nos rodeia. Ah, sim! Já ia me esquecendo que em breve neste blog nós teremos uma surpresa muito agradável!
Só não lhes adianto qual é porque não tenho 100% de certeza se ela virá mesmo. Mas aguardem que já está quase tudo certo!
Abraços a todos!